|
Áreas terapeuticas
A osteoartrose (vulgarmente chamada artrose) é a doença reumática mais frequente e, provavelmente, a doença crónica mais prevalente no ser humano. Afecta cerca de 1/5 da população, sobretudo após os 60 anos. É duas vezes mais frequente nas mulheres do que nos homens. Estima-se que em Portugal, a artrose afecte cerca de dois milhões de pessoas.
É a principal causa de incapacidade no idoso, causa importante de absentismo laboral e a primeira causa de reformas antecipadas.
A osteoartrose é uma doença articular crónica, de natureza degenerativa, e crónica. Caracteriza-se por uma deterioração lenta da cartilagem e do osso subjacente. Não é uma consequência natural do envelhecimento, embora tenha uma muito forte associação com esse processo. Quanto mais tempo se vive, mais exposto se está aos múltiplos factores que podem originar a doença. Têm relevo os factores genéticos, os factores mecânicos (traumatismos grandes ou pequenos repetidos), outras doenças reumáticas, etc.
Esta doença manifesta-se principalmente nas articulações do joelho, anca, mãos, pés e coluna vertebral, em particular a região cervical e lombar. Geralmente, os sintomas tornam-se mais evidentes por volta dos 50 anos, mas a doença poder permanecer assintomática durante muitos anos. Assim, a doença pode ser observada vários anos antes do aparecimento de sintomas através da realização de radiografias e de outros exames complementares.
A dor é o principal sintoma limitativo da actividade destes doentes. Esta aumenta com os movimentos, relacionada por vezes com a prática de exercícios ou de trabalhos pesados. A rigidez articular é de curta duração, após a permanência imóvel por um período longo. Estes sintomas associam-se na perda da função articular, do que resultam graus variados de incapacidade.
A artrose é um problema de Saúde Pública, que obriga a comunidade médica a uma procura de um diagnóstico mais precoce, de desenvolvimento de terapêuticas mais eficazes. É fundamental o reconhecimento por parte das instituições e entidades de saúde da importância da doença, bem como da incapacidade e das repercussões sociais e económicas que esta patologia implica.
Os Laboratórios Delta/Grupo Rottapharm desenvolvem desde há longos anos uma actividade de investigação intensa na área da osteoartrose, contribuindo de forma decisiva para avanços no tratamento desta patologia.
Para o tratamento da osteoartrose, disponibilizam várias especialidades farmacêuticas como a Proglumetacina, um anti-inflamatório não esteróide, o Hialuronato de sódio para uso intra-articular que produz um efeito de amortecimento e de lubrificante dos impactos nas articulações. O Sulfato de glucosamina é um produto da investigação Rotta e é um anti-artrósico específico, com provas dadas no controlo dos sintomas e no atraso da progressão da doença.
Em Portugal, os Laboratórios Delta continuam a incentivar o estudo da doença artrósica em colaboração com a Associação Portuguesa dos Médicos de Clínica Geral (APMCG) e a Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR), patrocinando um prémio anual para trabalhos científicos de cada uma dessas especialidades na área da artrose.
Os Laboratórios Delta patrocinam ainda as actividades da Liga Portuguesa Contra as Doenças Reumáticas (LPCDR) e o Observatório Nacional das Doenças Reumáticas (ONDOR), com o intuito de apoiar a divulgação das medidas que podem minorar o sofrimento da população portuguesa decorrente das patologias reumáticas no geral e da artrose em especial e de promover o melhor conhecimento de tão importantes doenças.

|