Untitled Document
 
  Laboratorios Delta
  Areas terapeuticas
Áreas terapeuticas
Hipertensão Arterial
DRGE
SII
Osteoartrose
Menopausa
Infecção urinária
Bronquite crónica
  Consumer Healthcare
  Grupo Rottapharm
  News
 

Áreas terapeuticas

Cerca de um Milhão de Portuguesas na Menopausa…e só 3 % são tratadas.

No princípio do século XX a esperança de vida das mulheres portuguesas era de 43 anos. Actualmente a esperança de vida da população feminina atinge os 78-82 anos, significando que a mulher vive um terço da sua vida depois da menopausa. Esta ocorre na maioria das mulheres entre os 48-52 anos.

Menopausa significa a data da última menstruação, mas no senso comum este termo aplica-se às alterações menstruais físicas e psicológicas que surgem nos períodos peri e pós-menopáusicos.

Mas é na peri-menopausa (período que antecede de 4 a 5 anos a data da última menstruação e que se prolonga pelo ano seguinte à menopausa) que os problemas ligados a este período da vida da mulher vão começar, e que são muito incomodativos.

Assim, nesta fase da sua vida, a mulher vai começar a notar que tem irregularidades menstruais, com ciclos curtos ou com faltas de menstruação frequentes, afrontamentos (calores súbitos), suores nocturnos, episódios de ansiedade, agravamento do síndroma pré-menstrual, traduzido por tensão mamária, irritabilidade fácil e sensação de aumento de volume do ventre.

Outros sintomas poderão também aparecer, tais como: humor depressivo, perda da auto-confiança, sensação de cansaço, perturbação da memória e até diminuição do “gosto pela vida”.

Um ano após a última menstruação, a mulher entra no período pós-menopáusico- os seus ovários deixaram definitivamente de produzir estrogéneos e progesterona e parte dos androgénios.

Esta falta de hormonas leva à perda da feminilidade da mulher, com aumento de peso, queda de cabelo, aparecimento de acne, pêlos na face (hirsutismo) e outras alterações do organismo ao nível urogenital, ósseo, e cardiovascular. Estas últimas são bem mais graves porque silenciosas e tardias (osteoporose e doença cardiovascular).

As alterações associadas à menopausa podem ser de curto e longo prazo.

As de curto prazo são sem dúvida aquelas que mais incomodam a mulher e a fazem recorrer ao médico, a saber: calores, suores, dores ósseas, cefaleias, insónias, sensação de cansaço, aumento de peso, depressão, perda de concentração e memória, alterações da pele, cabelo e unhas, secura vaginal, dispareunia (relações sexuais dolorosas), alterações urinárias e alteração do desejo sexual.

O tratamento que lhe será prescrito vai aliviar esta sintomatologia em duas a quatro semanas.

As alterações a longo prazo são mais graves mas menos evidentes: A osteoporose e a Doença Cardiovascular.

A Osteoporose que surge após a menopausa deve-se à perda de massa óssea por défice de estrogéneos, atingindo em média metade das mulheres pós-menopáusicas e podendo levar a fracturas do colo do fémur, vértebras e punho.

A Doença Cardiovascular é a causa de morte mais comum nas mulheres na pós-menopausa, três em cada cinco morrendo por esta doença.

Os tratamentos disponíveis para a Menopausa e as suas complicações são diversos, incluindo a terapêutica hormonal de substituição (THS), frequentemente sob a forma de sistemas transdérmicos, e a terapêutica com fitoestrogéneos, usualmente para administração por via oral.

Estas opções contribuem, de forma diferenciada, para minorar os sintomas e melhorar a qualidade de vida.